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Resultado por arquivo, sem redigitar

Importação de equipamentos e planilhas

Digitar 100 leituras a partir do visor do equipamento é onde a casa decimal escorrega e o número certo vira número errado. Aqui você exporta o resultado pro arquivo, sobe e o sistema carrega tudo. A leitura entra ligada à amostra certa e ao equipamento que mediu.

Exporta do equipamento, importa no sistema, pronto.

Você exporta o resultado do equipamento pro arquivo, sobe aqui e o sistema carrega tudo. Sem digitar 100 vezes, sem errar a casa decimal.

Leitura digitada calcula automática pela planilha do método.

Se a leitura é digitada na mão, o cálculo sai automático pelas fórmulas da sua planilha Excel. Sem montar fórmula nova no sistema, sem confusão.

Sistema sabe qual equipamento gerou cada resultado.

O equipamento que gerou o resultado fica gravado na rastreabilidade. Se depois você precisa revisar porque o equipamento teve problema, você tem essa informação.

A leitura cai na amostra certa, não numa lista solta.

O arquivo importado liga cada resultado à amostra correspondente. Você não fica conferindo, linha por linha, se o valor foi parar no frasco certo.

Importado ou digitado, o cálculo é o mesmo.

Tanto faz a leitura ter vindo do equipamento ou da mão do analista: o resultado roda pelas fórmulas da planilha do método. Uma lógica só, sem dois caminhos pra manter.

Menos digitação é menos lugar pro erro entrar.

Cada número que você não redigita é um erro de transcrição que não acontece. Em campanha grande, isso é a diferença entre confiar no lote e ter que reconferir tudo.

Você já reparou que o erro de resultado mais difícil de pegar é o de transcrição? O valor está certo no equipamento e certo no laudo, só errou no caminho entre os dois. Importar por arquivo simplesmente apaga esse caminho.
Realidade: é importação por arquivo e planilha, não captura serial ao vivo. Quem precisa de captura contínua direto da porta do instrumento não encontra isso na versão atual.

Onde a importação por arquivo já resolve o seu dia

Não é captura serial em tempo real, e a gente é claro nisso. Mas pra boa parte da rotina, o arquivo já mata o problema.

Lote do equipamento de uma vez.

Uma corrida inteira de leituras sobe num arquivo só, em vez de cair dígito a dígito no teclado.

Planilha do método aproveitada.

O cálculo usa a sua Excel já validada. Você não recria fórmula dentro do sistema.

Equipamento amarrado ao resultado.

Cada valor sabe de qual instrumento veio, então a revisão por problema de equipamento tem por onde começar.

Perguntas frequentes

O sistema lê o equipamento em tempo real, pela porta serial?

Não na versão atual. O que existe é importação por arquivo: você exporta do equipamento e sobe aqui. A gente prefere ser claro nisso a prometer captura serial que não entrega.

E quando a leitura é digitada na mão?

O cálculo sai automático pelas fórmulas da sua planilha Excel do método. Importada ou digitada, a leitura passa pela mesma lógica de cálculo.

O sistema guarda qual equipamento gerou cada resultado?

Guarda, na rastreabilidade. Se depois você precisa revisar porque um equipamento teve problema, sabe exatamente quais resultados olhar.

Que formato de arquivo o sistema aceita?

Arquivos exportados de equipamentos e planilhas. Na demo a gente testa com o formato que o seu equipamento gera, pra você ver carregando com os seus dados.

Quer ver o LIMS rodando com a rotina do seu laboratório?

Agende uma demo e veja com seus próprios dados: amostra entra por scanner, CQ sai avaliado, laudo sai assinado. Sem promessas, você vê funcionando.

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