ISO/IEC 17025 não é “compatível”. É nativa. O auditor pede, você mostra na tela.
Controle de documentos, não conformidades com CAPA, controle de qualidade analítico com Westgard e calibração de equipamentos. Tudo dentro do Gerencialab, tudo rastreado, tudo pronto pra abrir na frente do auditor. Sem planilha paralela, sem pasta de PDF perdida no servidor.
O que muda quando a qualidade vive dentro do LIMS
Na maioria dos laboratórios a qualidade vira papelada de gaveta: a norma num Word, os POPs numa pasta, as não conformidades num caderno e o controle analítico numa planilha que só uma pessoa entende. Quando o auditor chega, todo mundo corre atrás. Aqui é diferente. A qualidade acontece junto com a operação: o controle que reprovou já abre a não conformidade, o documento vencido aparece sozinho no painel e o equipamento descalibrado trava antes que alguém o use. Você não corre pra documentar depois, o registro já nasce pronto pra auditoria.
A versão errada do POP para de circular.
Pergunte ao seu time qual é a versão atual do POP de coleta. Se a resposta demorar, você já entendeu o problema. A lista mestra aqui é única, cada documento nasce com código padronizado e versão controlada, e no segundo em que você publica uma versão nova a anterior vira obsoleta sozinha. É o controle de documentos que a 17025 cobra, com fluxo de aprovação e confirmação de leitura já dentro. O auditor pede a lista mestra, você abre e ela já aponta o que vale.
Ver maisA não conformidade que volta para de voltar.
Toda auditoria tem aquela não conformidade que já apareceu no ano passado, foi 'tratada' e voltou. Ela volta porque alguém fechou o registro sem mexer na causa raiz. Aqui o sistema guia o time pelo PDCA inteiro, da investigação da causa à verificação de eficácia, e só libera o fechamento quando a ação provou que funcionou. Abrir uma não conformidade qualquer um faz. Difícil é provar que o problema não volta, e é exatamente isso que o auditor quer ver.
Ver maisWestgard avalia. O resultado errado não passa.
Tem um teste honesto pra saber se um sistema é LIMS de verdade ou planilha com login: o que ele faz quando o controle reprova. Aqui a corrida para na hora, antes de o laudo chegar na mão do cliente. São 24 tipos de controle, as regras estatísticas que a norma reconhece e bloqueio automático da liberação, num nível que muito laboratório só vê em LIMS caro de mercado. O auditor pede a carta de controle, você abre na tela com as zonas σ e as 7 regras já avaliadas.
Ver maisEquipamento vencido não roda análise
A regra de não usar equipamento com a calibração vencida está em todo POP. O problema é que POP não bloqueia ninguém: depende do analista lembrar, num dia corrido, de checar a etiqueta antes de ligar o aparelho. Aqui a regra sai do papel e vira trava de sistema. Cada equipamento roda num workflow de estados, o semáforo mostra a situação na hora, as notificações de calibração disparam sozinhas e o uso de um aparelho reprovado ou vencido fica bloqueado na origem. Você não confia que ninguém usou. O sistema não deixou.
Ver maisAvaliação de fornecedores e reclamações
São dois requisitos que a 17025 cobra e que a maioria dos laboratórios resolve no e-mail, onde a avaliação some na caixa de entrada e a reclamação vira um fio de mensagens que ninguém reconstrói depois. Aqui os dois ficam dentro do fluxo, com registro e tratamento prontos pra abrir na frente do auditor.
Ver maisALCOA+ e rastreabilidade ponta a ponta
Pergunta desconfortável de auditoria: prove que esse resultado não foi alterado depois de assinado. Em planilha, a resposta honesta é 'não dá'. Aqui ninguém apaga o que foi feito e você reconstrói a vida inteira de qualquer registro. Integridade de dados não é botão que se liga, é o jeito como o sistema foi construído: ele grava quem fez o quê e quando, preserva o histórico em vez de apagar e mantém a rastreabilidade da proposta até o laudo.
Ver maisMonte qualquer ficha sem chamar a TI
Todo laboratório tem aquela ficha que o sistema não tem: a verificação da balança, o checklist de limpeza, a inspeção da amostra que acabou de chegar, o controle do pHmetro. Hoje isso vive num caderno ou numa planilha que ninguém audita. Aqui você monta o formulário na própria tela, escolhe os campos, define quem aprova e publica. Em minutos a ficha vira registro controlado, versionado e pronto pra auditoria, sem abrir chamado pra ninguém.
Ver maisMapa de requisitos ISO/IEC 17025
A pior hora de descobrir onde a norma não está coberta é na frente do auditor. Em vez de prometer 'conformidade' e torcer, aqui você abre cláusula por cláusula e aponta exatamente onde cada requisito é atendido, e onde ainda não é. É o mapa que tira a auditoria do improviso e o discurso de venda do exagero.
Ver maisPerguntas frequentes
O Gerencialab é acreditado pela ISO/IEC 17025?
Quem se acredita é o laboratório, não o software. O que a gente entrega é um sistema construído em volta dos requisitos da norma, que sustenta a sua acreditação: controle de documentos, controle de qualidade, calibração de equipamentos, tratamento de não conformidade e trilha de auditoria. Você acredita o laboratório usando o Gerencialab como ferramenta.
Consigo passar numa auditoria mostrando o sistema na tela?
Essa é a ideia. Em vez de caçar PDF em pasta, você abre a lista mestra, a NC com o CAPA fechado, a carta de controle do parâmetro, o status de calibração do equipamento e a trilha de auditoria. O auditor pede, você mostra na tela.
O controle de qualidade analítico realmente avalia Westgard sozinho?
Sim. A carta de controle Levey-Jennings é calculada e as 7 regras de Westgard são avaliadas automaticamente (1-2s, 1-3s, 2-2s, R-4s, 4-1s, 10x, 7T). Tem também CUSUM e EWMA pra detectar desvio sistemático e tendência. Quando uma regra obrigatória falha, o sistema pode bloquear a liberação e abrir a NC.
O sistema calcula incerteza de medição?
Hoje não. O Gerencialab armazena a incerteza informada no certificado do material de referência, mas não tem motor de cálculo de incerteza combinada e expandida. Isso está no roadmap. A gente conta na cara, sem vender o que não entrega.
E gestão de riscos da cláusula 8.5?
Módulo formal de matriz de riscos e oportunidades ainda está no roadmap. O que existe são controles operacionais correlatos: ação de falha de CQ, bloqueio de liberação, abertura de NC e as cartas estatísticas que pegam tendência antes da falha. Pra mentalidade de risco do dia a dia ajuda bastante, mas não substitui um registro de riscos formal ainda.
Preciso pagar add-on pra ter SGQ e controle de qualidade?
Não. Controle de documentos, não conformidades, CAPA, controle de qualidade analítico e gestão de equipamentos vêm no sistema. A gente não cobra a qualidade à parte.
Quer ver o SGQ rodando com a rotina do seu laboratório?
Saia da próxima auditoria sem virar a noite de fim de semana atrás de PDF. Marque uma demo e veja o controle de documentos, o CAPA e o Westgard funcionando com um caso parecido com o do seu laboratório.
