Coletou no meio do nada? O app guarda tudo.
A pior hora pra um sistema travar é a hora da coleta. Sua equipe está no campo, longe da torre de celular, e a amostra precisa ser registrada agora. No Gerencialab a falta de sinal não atrapalha. O coletor abre a OS, registra a coleta, tira as fotos, preenche o checklist e colhe a assinatura ali mesmo, tudo gravado no aparelho. Quando a rede volta, sobe sozinho. Repare numa coisa: o app não fica esperando internet pra deixar você trabalhar.
Coleta no meio do nada não fica de fora.
Abrir OS, registrar coleta, fotos, checklist e assinatura sem nenhuma conexão. O dado fica seguro no celular e nada se perde até sincronizar.
A foto prova onde a amostra foi colhida.
Cada foto fica vinculada à coleta e ao ponto, com a localização registrada. Se o cliente questionar a origem, a evidência está lá.
Nenhum passo da coleta passa batido.
O coletor segue o procedimento na tela e os campos obrigatórios travam até preencher tudo. Acabou a coleta que volta incompleta.
Quem entregou a amostra assina na hora.
O responsável assina ali no celular e a assinatura entra no registro da coleta. Sem papel pra escanear depois nem cadeia de custódia furada.
Voltou o sinal, tudo sobe sem bagunça.
O app envia tudo de uma vez. Se a conexão cair no meio, ele retoma de onde parou, sem amostra duplicada e sem foto perdida.
A coleta nasce ligada à OS, não solta.
Cada registro feito no campo já vem amarrado à ordem de serviço, ao ponto e ao responsável. A amostra chega ao laboratório com a origem inteira.
O checklist não deixa ninguém improvisar.
O passo a passo da coleta vai na tela do coletor. Quem é novo segue o procedimento sem precisar decorar, quem é veterano não pula etapa por pressa.
O laudo herda a evidência do campo.
Foto, checklist preenchido e assinatura ficam no histórico da coleta e seguem amostra adentro. Quando o auditor pergunta como foi colhido, a resposta já está montada.
Por que offline de verdade muda a operação
Sistema que precisa de sinal pra registrar coleta empurra a equipe pra anotar no papel e digitar depois. É aí que nasce o erro.
Acaba o caderno que vira retrabalho.
Sem offline, o coletor anota num papel e redigita à noite. Cada redigitação é uma chance de trocar amostra ou perder uma foto.
A coleta vale mesmo em ponto sem cobertura.
Captação de água, lavoura, área rural, subsolo. Onde o celular não pega, o app continua registrando como se nada fosse.
A sincronização não duplica nada.
Quando a rede volta, o app reconhece o que já subiu e o que falta. Mandar duas vezes não vira amostra repetida no laboratório.
Perguntas frequentes
O app funciona com zero sinal mesmo?
Funciona. Abrir OS, registrar coleta, foto, checklist e assinatura acontecem tudo no aparelho, sem internet. O dado sobe quando a rede voltar.
E se o celular descarregar antes de sincronizar?
O registro fica gravado no aparelho, não na nuvem. Ligou de novo e abriu o app, a coleta continua lá esperando pra subir.
A foto guarda onde a amostra foi colhida?
Sim. Cada foto fica georreferenciada e vinculada à coleta e ao ponto, servindo de evidência da origem se o cliente questionar.
Dá pra confiar que a sincronização não vai duplicar coleta?
Dá. A sincronização é idempotente: se a conexão cair no meio, o app retoma de onde parou sem repetir amostra nem perder foto.
Mostre uma rota de coleta da sua operação. A gente mostra ela rodando offline.
Agende uma demo e veja o app registrar coleta, foto e assinatura sem sinal, e sincronizar quando a rede voltar.
