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Workflow, semáforo e bloqueio

Equipamento vencido não roda análise

A regra de não usar equipamento com a calibração vencida está em todo POP. O problema é que POP não bloqueia ninguém: depende do analista lembrar, num dia corrido, de checar a etiqueta antes de ligar o aparelho. Aqui a regra sai do papel e vira trava de sistema. Cada equipamento roda num workflow de estados, o semáforo mostra a situação na hora, as notificações de calibração disparam sozinhas e o uso de um aparelho reprovado ou vencido fica bloqueado na origem. Você não confia que ninguém usou. O sistema não deixou.

Cada equipamento roda num workflow.

Em uso, em calibração, em manutenção, condenado. O aparelho transita entre estados e, em cada um, o sistema sabe se ele pode ou não gerar resultado. Não é uma etiqueta solta, é uma máquina de estados.

A notificação de calibração dispara sozinha.

Alertas em 90, 60, 30 e 0 dias antes do vencimento, organizados por prioridade (urgente, alta, média, baixa). Você abre a tela e vê quantos estão urgentes, não descobre na auditoria.

Equipamento vencido fica bloqueado.

Reprovado ou com calibração vencida vira indisponível. O resultado não sai de um aparelho que não pode gerar resultado, então a regra do POP vira trava em vez de confiança.

Cada calibração com prova anexa.

Data, vencimento, número do certificado, resultado (aprovado, aprovado com restrição ou reprovado), custo e observações. Lançou, o status e o semáforo se recalculam na hora.

Manutenção que já abre a compra.

Enviou pra manutenção externa? O sistema gera a requisição de compra vinculada, com fornecedor, prazo e custo, pra cotação e pagamento rodarem no módulo de Compras. A manutenção não morre num e-mail.

Condenar é ação irreversível e controlada.

Tirar um equipamento de serviço exige motivo, destinação, autorização e laudo de condenação anexo. Some no escuro, não. Some com registro de auditoria, sim.

Aprovado com restrição é um estado de verdade.

Calibração não é só passa ou não passa. O aprovado com restrição fica registrado, e quem usa o equipamento sabe a limitação em vez de tratar como se estivesse perfeito.

O custo de cada aparelho aparece.

Cada certificado e cada manutenção guardam o custo. No fim do ano você sabe quanto cada equipamento custou pra manter, não só que custou.

Você já reparou que toda auditoria tem aquela pergunta sobre o equipamento que ficou com a calibração vencida por uma semana? A diferença entre travar nessa pergunta e passar dela é ter a resposta 'o sistema não deixou usar' em vez de 'a gente confia que ninguém usou'.
Quando o auditor pergunta como você garante que ninguém usou aquele equipamento com a calibração vencida, a resposta não é 'a gente confia no analista'. É 'o sistema bloqueia', e você mostra a regra na tela.

O workflow rodando: alerta dispara, equipamento transita, status volta

O motor de estados é configurável e roda sozinho. Veja o equipamento sair de Em uso quando a calibração se aproxima do vencimento, disparar a notificação, transitar e voltar quando a calibração é registrada.

A ficha do equipamento concentra tudo que o auditor pede

Calibração, manutenção, não conformidade, cotações, envios e histórico no mesmo lugar. Você não remonta a vida do aparelho em três pastas na frente do auditor.

Calibração com certificado e periodicidade.

Validade, última calibração, periodicidade e status no topo. O histórico de calibrações fica logo abaixo, com certificado anexo. Rastreabilidade metrológica no cadastro, não numa pasta de rede.

Manutenção conforme a ISO/IEC 17025 §6.4.

Preventiva, corretiva e preditiva com plano, periodicidade e histórico. O equipamento parado reflete na disponibilidade na hora, sem ninguém precisar avisar.

Não conformidade ligada ao aparelho.

A NC do equipamento abre ali mesmo, com causa raiz, ação corretiva e verificação de eficácia. O desvio do aparelho não vira um caso solto fora do SGQ.

Cotações e envios sem sair do cadastro.

A requisição de compra da manutenção vira cotação no módulo de Compras, e os envios em andamento mostram o que está fora pra calibrar ou consertar, com previsão de retorno.

Perguntas frequentes

O sistema realmente impede o uso de equipamento descalibrado?

Sim. Equipamento reprovado ou com calibração vencida fica indisponível. O resultado não sai de um aparelho que não pode gerar resultado, então a regra do POP vira trava de sistema em vez de depender de alguém lembrar.

Como funciona o aviso de vencimento de calibração?

Cada equipamento tem periodicidade e data de vencimento, e o status é calculado pelo sistema. O semáforo mostra a situação na hora e as notificações avisam quando a calibração se aproxima ou já passou. Você programa a recalibração antes, não na véspera.

Onde fica o certificado de calibração?

Anexado ao próprio equipamento, junto com data, vencimento, número do certificado, resultado e custo. A rastreabilidade metrológica fica no cadastro, não numa pasta de rede separada que ninguém acha na hora da auditoria.

O equipamento volta a ficar disponível sozinho quando a manutenção termina?

Não no escuro. A volta da disponibilidade acompanha o status que você lança: encerrou a manutenção e registrou o resultado da calibração ou verificação, o semáforo recalcula e o equipamento volta a poder ser usado. Enquanto o status diz que está parado, ele continua bloqueado, mesmo que o conserto físico já tenha acabado.

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