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PDCA com eficácia comprovada

A não conformidade que volta para de voltar.

Toda auditoria tem aquela não conformidade que já apareceu no ano passado, foi 'tratada' e voltou. Ela volta porque alguém fechou o registro sem mexer na causa raiz. Aqui o sistema guia o time pelo PDCA inteiro, da investigação da causa à verificação de eficácia, e só libera o fechamento quando a ação provou que funcionou. Abrir uma não conformidade qualquer um faz. Difícil é provar que o problema não volta, e é exatamente isso que o auditor quer ver.

Cada não conformidade segue um caminho até o fim.

Investigação de causa, plano de ação, validação, implementação e análise de eficácia, com prioridade (baixa, média, alta, urgente) e prazo controlado. Nada fica pela metade.

Achar a causa raiz fica no caminho, não na sua cabeça.

Os diagramas de causa são montados dentro do registro. Ishikawa e os 5 Porquês já vêm prontos, e os formulários são configuráveis pra outros métodos.

Plano de ação que não deixa pergunta no ar.

O que fazer, por que, como, onde, quem, até quando e quanto custa, mais a evidência da execução. Cada ação amarra na causa que ela ataca.

Acabou a não conformidade fechada na pressa que reaparece.

Na etapa final, se a ação foi eficaz a não conformidade encerra. Se não foi, o sistema reabre o ciclo. O problema só some quando some de verdade.

O desvio analítico vira tratamento sem ninguém digitar.

Quando uma regra de controle obrigatória falha, o sistema abre a não conformidade sozinho e bloqueia a liberação do lote. Nada de desvio que só fica num gráfico e some.

Prioridade que organiza a fila de quem trata o quê.

Baixa, média, alta ou urgente, com prazo por nível. A não conformidade crítica não fica esperando atrás de um detalhe sem importância.

Ação corretiva e preventiva no mesmo registro.

Corrige o que aconteceu e ataca o que poderia se repetir em outro ponto. CAPA é isso: não só apagar o incêndio, evitar o próximo.

O auditor vê a cadeia inteira numa tela.

Desvio, causa, ação, evidência e eficácia ligados no mesmo registro. Você não monta a história em três planilhas na frente dele.

Você já reparou que a não conformidade que mais dá trabalho na auditoria é justamente a que foi 'resolvida' rápido demais? Quando a eficácia é obrigatória pra fechar, esse atalho deixa de existir.
É a cadeia que o auditor quer ver: a falha de Westgard no controle não fica só num gráfico, ela dispara a não conformidade, que entra no PDCA, gera a ação 5W2H e exige evidência e eficácia pra fechar. Desvio detectado, causa investigada, ação tomada, eficácia comprovada.

Por que o ciclo só fecha com prova

Fechar não conformidade fácil é o que faz ela reaparecer. O valor está na etapa que quase todo mundo pula: a verificação de eficácia.

Eficácia é etapa obrigatória, não opcional.

Antes de encerrar, alguém confirma se a ação resolveu de fato. Se não resolveu, o ciclo reabre em vez de marcar como concluído.

A evidência fica anexada à ação.

Cada ação carrega a prova da execução. Quando o auditor pergunta 'como você sabe que foi feito', a resposta é o anexo, não a palavra de alguém.

A reincidência fica visível.

Como o histórico é preservado, a não conformidade que volta pelo mesmo motivo aparece. Você trata o padrão, não só o caso isolado.

Perguntas frequentes

O sistema obriga a investigar a causa raiz?

O fluxo conduz por investigação de causa, plano de ação e verificação de eficácia. Ishikawa e os 5 Porquês já vêm montados dentro do registro, então o time analisa a causa em vez de só descrever o sintoma e fechar.

O que acontece se a ação corretiva não funcionar?

Na verificação de eficácia, se a ação não resolveu, o sistema reabre o ciclo. A não conformidade não encerra como concluída enquanto o problema continua aparecendo.

Uma falha de controle de qualidade abre a NC sozinha?

Quando uma regra de controle obrigatória falha, o sistema abre a não conformidade automaticamente e bloqueia a liberação do lote. O desvio não fica só num gráfico esperando alguém reparar.

Dá pra usar o mesmo fluxo para reclamação de cliente?

Dá, e o motivo é técnico: reclamação de cliente é uma não conformidade vista de fora pra dentro. O mesmo motor que investiga causa raiz e cobra eficácia não se importa se o gatilho foi um controle que reprovou ou um cliente que ligou bravo. Você registra a reclamação como ocorrência e ela herda o ciclo inteiro, sem um fluxo paralelo que ninguém mantém.

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