Quando não existe ensaio de proficiência adequado, uma comparação interlaboratorial planejada pode apoiar a validade dos resultados, desde que desenho e avaliação sejam tecnicamente justificados.
Enviar duas amostras e comparar números informalmente não assegura homogeneidade, estabilidade nem valor de referência.
Como desenhar o estudo?
Defina mensurando, matriz, faixa, preparo, transporte, instruções, prazos e confidencialidade. Escolha participantes competentes e controle homogeneidade e estabilidade quando relevantes.
Como avaliar?
Escolha valor designado, incerteza e estatística compatíveis. En, z-score ou diferença normalizada não são intercambiáveis sem pressupostos.
Como documentar?
Preserve protocolo, dados, cálculo, conclusão e tratativa. Justifique por que não havia programa adequado e como a alternativa cobre o risco.
Perguntas frequentes
Comparação bilateral sempre é aceita?
Depende da adequação e das regras aplicáveis; o laboratório precisa justificar o desenho.
Resultado bom valida o método?
Não sozinho. É uma evidência dentro da garantia da validade.
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Aprofunde o tema em calibração, verificação e manutenção, rastreabilidade metrológica, controle interno e proficiência.
Fontes oficiais consultadas
Centralize rodada, cálculo e tratativa com o método avaliado. Veja o Gerencialab em uma demonstração aplicada ao seu fluxo.
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