Indicadores da qualidade úteis mostram risco e provocam decisão. Cada KPI precisa de definição, fórmula, fonte, frequência, responsável, meta e ação.
Painel cheio não significa gestão. Se duas pessoas calculam diferente ou ninguém reage à tendência, o indicador é decoração.
Quais KPIs priorizar?
Prazo cumprido, tempo por etapa, retrabalho, recoleta, controle fora de critério, proficiência, calibração no prazo, competência válida, reclamação, NC recorrente e eficácia de ação formam um núcleo ajustável ao risco.
Como definir meta?
Use requisito, capacidade e histórico. Meta sem contexto incentiva atalhos. Combine resultado com indicador de processo para não esconder qualidade atrás de velocidade.
Como levar à reunião?
Mostre tendência, segmentação e causa, não só média. Registre decisão, responsável e efeito esperado; depois verifique se a ação moveu o indicador sem criar outro risco.
Perguntas frequentes
Quantos indicadores o laboratório precisa?
Os suficientes para controlar objetivos e riscos relevantes. Qualidade importa mais que quantidade.
NPS basta para satisfação?
Não. Combine percepção com reclamação, prazo, retenção e comentários acionáveis.
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Fontes oficiais consultadas
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