O descarte de resíduos de laboratório começa na segregação no ponto de geração, conforme risco biológico, químico, radiológico, comum ou perfurocortante e as regras sanitárias, ambientais e locais aplicáveis.
Misturar classes aumenta risco e pode impedir destinação correta. O plano precisa descrever o fluxo real e seus responsáveis.
O que o plano deve cobrir?
Inventário e estimativa, segregação, acondicionamento, identificação, coleta, armazenamento, transporte, tratamento, destinação, emergências, saúde ocupacional, treinamento e registros. A aplicabilidade da RDC 222 deve ser verificada para o serviço.
Como controlar a execução?
Defina recipiente no local de geração, compatibilidade química, rotulagem, limite de enchimento, área de armazenamento e fornecedor autorizado. Preserve manifestos e comprovantes conforme requisitos.
Checklist para aplicar
- Resíduo classificado
- Recipiente compatível
- Rótulo legível
- Responsável treinado
- Emergência prevista
- Destinação comprovada
Perguntas frequentes
Todo laboratório precisa de PGRSS?
A obrigação e o formato dependem do enquadramento sanitário e ambiental; confirme com autoridades competentes.
Resíduo químico pode ir para a pia?
Não por presunção. A destinação depende de características e autorização aplicável.
Continue a leitura
Aprofunde o tema em cadeia de custódia, holding time, fluxo do orçamento ao laudo.
Fontes oficiais consultadas
Registros e responsáveis centralizados sustentam inspeção e rotina. Veja o Gerencialab em uma demonstração aplicada ao seu fluxo.
Veja o Gerencialab rodando com a análise que você faz
Da proposta ao laudo assinado em ISO/IEC 17025, num sistema só. Agende uma demonstração com o tipo de ensaio do seu laboratório.
Agendar demonstração