Conteúdo para quem leva o laboratório a sério
Acreditação ISO/IEC 17025, controle de qualidade, metrologia, conformidade e gestão. Artigos práticos, escritos para a realidade do laboratório brasileiro.
Portal do cliente no laboratório: resultados online com segurança e menos e-mail
Um portal reduz pedidos repetidos, mas precisa controlar identidade, escopo de acesso, versão do laudo, disponibilidade e trilha de auditoria.
Todos os artigos
LIMS na nuvem ou instalado no servidor: segurança, operação e o que a LGPD exige
Nuvem ou servidor local não define segurança sozinho. Governança, acesso, atualização, backup, resposta a incidentes e contrato definem o risco real.
NBR 10004: classificar resíduo em Classe I, II-A ou II-B sem errar a classe
Trocar Classe I por II-A volta caro. Como sustentar a classificação de resíduo com rastro do recebimento ao laudo, com a decisão final nas mãos do RT.
Portaria GM/MS 888/2021: o que muda no laboratório de água potável
A 888/2021 mudou a régua da água potável. Veja como manter o limite certo, o holding time por frasco e o reporte ao SISAGUA sem erro na campanha.
CONAMA 454/2012: enquadrar sedimento de dragagem nos Níveis 1 e 2
Sedimento de dragagem é matriz própria, com Níveis 1 e 2. Veja por que um LIMS genérico não entende esse nicho e como comparar metais, PCBs e HPA.
RDC ANVISA, MAPA e FSSC 22000: laudo de alimento que passa na auditoria
Três normas caem na mesma mesa. Como a ISO 17025 e os princípios ALCOA+ sustentam um laudo com cada dado provado e comparado contra o limite cadastrado.
CONAMA 420/2009 e valores da CETESB: BTEX, HPA e TPH em solo e água subterrânea
Valores orientadores da CONAMA 420 e da CETESB, com níveis de prevenção e investigação por cenário. BTEX, HPA, TPH e metais na tabela certa.
NR-15 e TLV da ACGIH: comparar o agente ambiental contra o limite certo
A NR-15 traz o limite de tolerância por agente e o TLV da ACGIH cobre o resto. Como bater cada resultado no limite certo sem garimpar anexo, e o RT enquadra.
Controle de qualidade farmacêutico: carta de controle e MRC que o auditor aceita
Carta de controle no Excel e MRC controlado de cabeça viram risco na auditoria. Como juntar CQ estatístico, material de referência e regra num sistema só.
CONAMA 357 e 430: enquadrar água superficial e efluente sem trocar a tabela
Mesma coleta, matrizes diferentes, leis diferentes. Como comparar rio e efluente contra as réguas certas sem depender da memória do analista.
Higiene ocupacional: ruído (NHO-01), poeira (NHO-03) e gases sem trocar a tabela
Ruído pela NHO-01, poeira respirável pela NHO-03 gravimétrica e gases: cada agente puxa um limite. Como comparar sem trocar a tabela na mão, com o RT assinando.
Ringelmann, RE 09/2003 e CONAMA 491/2018: cada fonte com sua norma num laudo só
Ringelmann, RE ANVISA 09/2003 e CONAMA 491/2018 têm limites que não conversam. Como comparar cada fonte contra a régua certa sem trocar as normas no laudo.
CONAMA 430/2011: lançar efluente dentro do limite sem depender da memória do analista
Tire o limite da cabeça do analista. Avaliação automática contra o limite que você cadastra, com integridade ALCOA+ e a assinatura do RT.
Microbiologia de alimentos: gerir o prazo de incubação sem estourar a entrega
Coliformes, Salmonella, Listeria, mesófilos, bolores e leveduras têm relógios diferentes. Como controlar cada prazo do recebimento à liberação sem perder amostra.
Lixiviação (NBR 10005) e solubilização (NBR 10006): dois ensaios, um laudo
Lixiviado e solubilizado respondem perguntas diferentes sobre o mesmo resíduo. Como amarrar os dois na mesma amostra para a classificação pela NBR 10004.
Laudo para o MAPA: fertilizante, defensivo e combustível com rastreabilidade que segura contestação
Laudo do MAPA errado custa contrato e a contestação chega meses depois. Rastreabilidade ALCOA+/ISO 17025 e importação de resultado que sustentam o laudo.
Amostragem isocinética em fonte fixa: registrar vazão, temperatura e pressão sem deixar na cabeça
Vazão, temperatura e pressão da coleta isocinética não podem morrer num caderno molhado. Como registrar as condições em campo, sem internet, sem redigitar.
Swab de superfície: manter o ponto amarrado ao resultado, da indústria ao hospital
Dezenas de pontos numa visita e uma etiqueta trocada solta o ponto do resultado. Como código de barras e QR amarram ponto e laudo mesmo na coleta sem sinal.
Cadeia de custódia na investigação de passivo: da profundidade do furo ao laudo
Numa investigação de passivo, a profundidade do furo se perde no caderno de campo. Veja como manter a cadeia de custódia sem buraco, do campo ao laudo.
Laboratório de alto volume: milhares de amostras por mês sem perder resultado no Excel
Milhares de amostras por mês e dezenas de parâmetros por matriz não cabem no Excel. Rastreabilidade da amostra ao laudo, usuários ilimitados e ISO 17025 no fluxo.
Assinatura digital ICP-Brasil no laudo farmacêutico e cosmético
Assinatura ICP-Brasil dá validade jurídica ao laudo no Brasil. Por que isso é diferente da validação 21 CFR Part 11 do FDA, que o Gerencialab não oferece.
SISAGUA: estruturar e exportar o resultado da água para o reporte
O sistema não envia ao SISAGUA por você. Ele estrutura e exporta o resultado rastreável, com trilha de auditoria, para a sua equipe reportar com segurança.
ALCOA+ no QA/QC: provar de onde veio cada dado do ensaio
No QA/QC farmacêutico e cosmético você precisa provar a origem de cada dado. ALCOA+, trilha de auditoria e a rastreabilidade que a ISO 17025 exige.
Recall de alimento: rastrear o lote do laudo em minutos, não garimpando planilha
No recall, cada minuto custa produto. Como rastrear amostra, lote e laudo com trilha de auditoria em vez de garimpar planilha sob pressão na sexta à tarde.