Conteúdo para quem leva o laboratório a sério
Acreditação ISO/IEC 17025, controle de qualidade, metrologia, conformidade e gestão. Artigos práticos, escritos para a realidade do laboratório brasileiro.
Como elaborar um POP de laboratório: estrutura, exemplo e erros comuns
Um bom POP transforma método em execução repetível. Aprenda a escrever objetivo, responsabilidades, etapas, critérios e registros sem copiar uma rotina que não existe.
Todos os artigos
Exemplos de não conformidade em laboratório: vinte situações e como tratar
Não conformidade é o descumprimento de um requisito, não apenas um erro de bancada. Veja situações técnicas e de gestão com contenção e causa provável.
Análise de causa raiz além do Ishikawa: quando usar cada método
Cinco porquês, Ishikawa, é/não é e árvore de falhas respondem perguntas diferentes. Escolha o método pela complexidade e teste a causa com evidência.
Indicadores da qualidade no laboratório: os KPIs do SGQ que merecem a reunião
Indicador útil conecta risco, fórmula, meta, responsável e decisão. Veja KPIs de prazo, retrabalho, qualidade, competência e cliente sem painel decorativo.
Gestão de mudanças no laboratório: mudou método, equipamento ou pessoal, e agora?
Toda mudança pode afetar método, competência, incerteza, documentos e laudos. Use uma matriz de impacto antes de liberar a nova condição.
Como formar auditor interno para ISO 17025: requisitos, treinamento e prática
Auditor interno precisa conhecer critérios, processo auditado e técnicas de auditoria, além de preservar objetividade. Veja uma trilha baseada em competência.
Pesquisa de satisfação de clientes do laboratório: o que perguntar e como agir
Pesquisa curta e ligada ao serviço revela problemas de prazo, atendimento e clareza do laudo. O valor está na ação posterior, não na nota isolada.
5S no laboratório: como implantar sem parar a rotina de análises
5S no laboratório reduz procura, mistura, vencimento e risco visual. Implante por área-piloto, com critérios verificáveis e rotina de sustentação.
Ciclo PDCA no laboratório: exemplos práticos aplicados ao SGQ
PDCA transforma problema em hipótese, teste, verificação e padrão. Veja como aplicar o ciclo a não conformidade, prazo e desperdício.
Responsável técnico de laboratório: responsabilidades técnicas, legais e limites de atuação
As atribuições do RT variam conforme atividade, conselho e regulador. Entenda o núcleo do papel e o que deve ser confirmado para cada laboratório.
Como interpretar um certificado de calibração: erro, incerteza e fator de abrangência
Certificado não aprova equipamento sozinho. Leia identificação, resultados, incerteza, rastreabilidade e condições para decidir a adequação ao uso.
Como definir a periodicidade de calibração dos equipamentos sem chutar um intervalo
O intervalo de calibração deve responder ao risco, histórico, uso e estabilidade do equipamento. Aprenda a definir, acompanhar e ajustar com evidência.
Equipamento reprovado na calibração: como avaliar resultados já liberados
Uma calibração fora do critério exige bloquear o equipamento, delimitar o período afetado e avaliar o impacto nos resultados e clientes.
Verificação intermediária de padrões e equipamentos: como controlar entre calibrações
A verificação intermediária confirma se o desempenho continua adequado entre calibrações. Defina item, método, critério, frequência e ação.
Controle de qualidade em microbiologia: branco, duplicata e controles sem retrabalho
O plano de CQ microbiológico deve combinar controles adequados ao método, critérios prévios e reação documentada. Não existe pacote universal para todo ensaio.
Controle de qualidade analítico em química: branco, adição, duplicata e recuperação
Cada controle responde a um risco analítico diferente. Monte o lote de CQ com critérios definidos antes da corrida e ação clara quando falhar.
Comparação interlaboratorial quando não existe ensaio de proficiência disponível
Sem programa adequado, o laboratório pode planejar uma comparação tecnicamente válida. O desenho, a homogeneidade e o critério precisam ser justificados.
Como escolher o provedor de ensaio de proficiência e o que a ISO 17043 demonstra
Escolha começa pela adequação de matriz, mensurando, faixa e cronograma. A acreditação do provedor deve ser conferida no escopo vigente.
Retenção de amostras e contra-amostra: como definir prazo e condição por matriz
Não existe prazo único para guardar amostras. Método, estabilidade, contrato, regulador e possibilidade de contraprova definem a matriz de retenção.
Transporte refrigerado de amostras: como controlar a cadeia de frio até o laboratório
Cadeia de frio exige condição definida pelo método, embalagem adequada, monitoramento e decisão no recebimento. Temperatura isolada não resolve tudo.
Descarte de resíduos do laboratório: classificação, segregação e plano de gerenciamento
Resíduo químico, biológico, radioativo, comum e perfurocortante não seguem o mesmo fluxo. Classifique na geração e documente responsabilidades.
Como reduzir o prazo de entrega de laudos: onde o tempo some no laboratório
O prazo costuma sumir nas filas entre coleta, recebimento, bancada, revisão e assinatura. Mapeie espera, bloqueio e retrabalho antes de cobrar velocidade.
Como comparar propostas de LIMS com critérios técnicos e operacionais
Compare aderência ao fluxo, implantação, integração, segurança, suporte, governança e esforço operacional antes de escolher um LIMS.
Implantação de LIMS: etapas, cronograma realista e preparação do laboratório
Implantar LIMS exige dono interno, dados confiáveis, regras decididas e validação por processo. Veja responsabilidades do laboratório e do fornecedor.